Principais conclusões
- Uma cultura organizacional forte pode funcionar como ponto de convergência mesmo em estruturas com múltiplos negócios e identidades distintas.
- Crescimento sustentável em ambientes de expansão exige valores e comportamentos comuns, não apenas processos compartilhados.
- A formação de Guardiões da Cultura é um mecanismo prático para disseminar e manter a coerência cultural em diferentes áreas.
- Cultura e inovação podem ser integradas: uma Incubadora de Negócios alinhada aos princípios culturais transforma a cultura em plataforma de crescimento.
- Preservar identidades específicas e construir pertencimento coletivo não são objetivos opostos, mas complementares em processos de integração cultural.
O dilema
A Sem Parar, uma das marcas mais reconhecidas do Brasil em mobilidade, passou a integrar a Corpay, multinacional americana especializada em soluções corporativas. Com a nova estrutura, surgiu um desafio estratégico: construir uma cultura capaz de sustentar um ecossistema de múltiplos negócios.
A ambição da Corpay era ampliar sua atuação no Brasil por meio da incorporação de novas empresas e da expansão para segmentos complementares, como logística, recursos humanos e serviços corporativos. Isso exigia uma cultura que preservasse a força da identidade da Sem Parar, mas que também fosse suficientemente aberta para integrar novos negócios, equipes e parceiros.
Além disso, a organização já operava em diferentes frentes — B2B e B2C, tornando ainda mais importante a construção de uma linguagem comum capaz de conectar diferentes realidades.
O que ouvimos
Ao longo do diagnóstico, identificamos um forte desejo de integração entre as diversas áreas e negócios da organização.
As equipes reconheciam a Sem Parar como uma referência cultural sólida e aspiracional, capaz de servir como ponto de convergência para toda a operação. Ao mesmo tempo, havia clareza de que a cultura futura precisaria ser inclusiva e flexível, acolhendo tanto empresas já incorporadas quanto aquelas que ainda fariam parte da jornada de expansão.
Também emergiu a percepção de que crescimento sustentável exigiria mais do que processos compartilhados: seria necessário criar valores e comportamentos comuns que fortalecessem o senso de pertencimento sem eliminar a riqueza das diferentes identidades presentes no grupo.
O que construímos
Realizamos um amplo diagnóstico cultural para compreender a percepção das equipes sobre estratégia, valores, comportamentos e desafios futuros.
A partir dessa escuta, conduzimos um processo colaborativo de integração cultural, consolidando valores e construindo compromissos capazes de orientar os comportamentos desejados para uma organização cada vez mais diversa e multifacetada.
Como parte da implementação, formamos um grupo de Guardiões da Cultura, responsável por disseminar conceitos, fortalecer a linguagem comum e apoiar a evolução da cultura em diferentes áreas e negócios.
O projeto foi complementado por uma Incubadora de Negócios, que estimulou a criação de iniciativas inovadoras alinhadas aos princípios definidos no novo deck de cultura. Dessa forma, a cultura deixou de ser apenas um direcionador comportamental e passou a atuar também como plataforma para inovação e crescimento.
O que cultivou
O projeto fortaleceu a cultura da organização, consolidando um DNA reconhecido e compartilhado entre diferentes negócios e equipes.
A nova base cultural ampliou a capacidade da empresa de integrar operações, atrair talentos e incorporar novos parceiros sem perder coerência estratégica. Mais do que apoiar a expansão da Corpay no Brasil, a iniciativa criou as condições para um crescimento sustentável, capaz de conectar pessoas, negócios e oportunidades sob uma mesma visão de futuro.
Hoje, a cultura atua como um ativo estratégico da organização, servindo de referência para decisões, inovação e expansão no mercado brasileiro e internacional.
O que mudou
- O projeto fortaleceu a cultura da organização, consolidando um DNA reconhecido e compartilhado entre diferentes negócios e equipes.
- A nova base cultural ampliou a capacidade da empresa de integrar operações, atrair talentos e incorporar novos parceiros sem perder coerência estratégica.
- A iniciativa criou as condições para um crescimento sustentável, capaz de conectar pessoas, negócios e oportunidades sob uma mesma visão de futuro.
- A cultura passou a atuar como ativo estratégico da organização, servindo de referência para decisões, inovação e expansão no mercado brasileiro e internacional.
Perguntas frequentes
- Por que a Sem Parar precisou trabalhar a cultura depois de integrar a Corpay?
- A incorporação pela Corpay trouxe um desafio estratégico: sustentar um ecossistema de múltiplos negócios em expansão para segmentos como logística, recursos humanos e serviços corporativos. Era necessário preservar a identidade da Sem Parar e, ao mesmo tempo, criar uma cultura aberta o suficiente para integrar novas empresas, equipes e parceiros.
- O que são os Guardiões da Cultura e qual é o papel deles?
- Os Guardiões da Cultura formam um grupo criado durante o projeto para disseminar os conceitos culturais definidos, fortalecer a linguagem comum e apoiar a evolução da cultura em diferentes áreas e negócios da organização.
- Como a cultura passou a apoiar a inovação dentro da Sem Parar?
- O projeto incluiu uma Incubadora de Negócios que estimulou a criação de iniciativas inovadoras alinhadas ao novo deck de cultura. Com isso, a cultura deixou de ser apenas um direcionador comportamental e passou a atuar também como plataforma para inovação e crescimento.
- Quais foram os principais resultados do projeto de cultura para a organização?
- O projeto consolidou um DNA cultural reconhecido e compartilhado entre diferentes negócios e equipes, ampliou a capacidade de integrar operações e atrair talentos, e criou as condições para um crescimento sustentável conectando pessoas, negócios e oportunidades sob uma mesma visão de futuro.
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