Case · Me Poupe!

Me Poupe! Empresas: o legado de Nathalia Arcuri dentro das organizações

Educação Financeira 2025
11 milhões Views previstos e atingidos no projeto com B3 e Banco Inter

Principais conclusões

  • Educação financeira dentro das organizações reduz estresse, amplia autonomia e contribui para ambientes de trabalho mais saudáveis.
  • Traduzir uma proposta de valor consolidada no B2C para o mercado corporativo exige metodologia, posicionamento e governança específicos.
  • O endividamento e a ansiedade financeira dos colaboradores impactam diretamente os resultados dos negócios, criando demanda real por soluções corporativas.
  • Uma marca com credibilidade e metodologias validadas junto ao público pode expandir seu propósito para organizações sem perder sua essência.
  • A estruturação de um caso de sucesso inicial, como o projeto com B3 e Banco Inter, foi o ponto de partida para ampliar parcerias em novos segmentos.

O dilema

Ao longo de mais de uma década, a Me Poupe! consolidou-se como a principal referência em educação financeira do Brasil.

Com uma audiência de milhões de pessoas e uma relação de confiança construída diariamente com sua comunidade, a empresa transformou temas financeiros em conversas acessíveis, relevantes e capazes de gerar mudança de comportamento.

No entanto, a maior parte dessa trajetória havia sido construída no universo B2C.

Ao mesmo tempo, crescia entre as organizações a percepção de que questões financeiras impactavam diretamente a vida dos colaboradores e, consequentemente, os resultados dos negócios. O aumento do endividamento, da ansiedade financeira e dos problemas associados à saúde mental tornava cada vez mais evidente a necessidade de novas formas de apoio às pessoas.

Como transformar todo o conhecimento acumulado pela Me Poupe! em uma plataforma capaz de gerar impacto dentro das empresas?

O que ouvimos

Durante a estruturação da iniciativa, identificamos uma convergência poderosa entre dois movimentos.

De um lado, organizações buscando soluções capazes de promover bem-estar, autonomia e desenvolvimento humano para seus colaboradores.

De outro, uma marca que já possuía credibilidade, conteúdo e metodologias validadas junto a milhões de brasileiros.

Também ficou evidente que educação financeira não deveria ser tratada apenas como um benefício corporativo, mas como uma ferramenta de transformação social.

Quando pessoas compreendem melhor suas finanças, ganham mais autonomia para tomar decisões, reduzem fatores de estresse e ampliam sua capacidade de construir projetos de vida mais sustentáveis.

O desafio, portanto, não era apenas comercializar conteúdos. Era traduzir uma causa em uma proposta de valor relevante para organizações.

O que construímos

A Cult Lab apoiou a estruturação completa da frente Me Poupe! B2B.

O trabalho começou pela construção de metodologias e pela tradução da proposta de valor da marca para o universo corporativo. Em seguida, estruturamos o posicionamento institucional da iniciativa, desenvolvendo materiais, narrativas e apresentações voltadas ao mercado B2B.

Também atuamos na governança e na gestão de projetos, garantindo que as iniciativas não apenas fossem comercializadas, mas efetivamente implementadas e transformadas em casos de sucesso dentro das organizações.

Um dos primeiros marcos dessa jornada foi a construção de um projeto em parceria com a B3 e o Banco Inter para ampliar o acesso à informação sobre o Tesouro Direto. A iniciativa tinha como objetivo democratizar conhecimento financeiro e fortalecer a compreensão sobre investimentos de forma educativa e responsável.

O projeto alcançou sua meta de impacto, prevista para atingir 11 milhões de views por meio das redes sociais, e foi posteriormente reconhecido pela B3 como um dos projetos de destaque daquele ciclo.

A partir dessa experiência, novas parcerias foram desenvolvidas com empresas de diferentes segmentos, ampliando o alcance da educação financeira em ambientes corporativos e fortalecendo a atuação da Me Poupe! no mercado empresarial.

O que cultivou

A iniciativa permitiu que a Me Poupe! expandisse seu propósito para além da relação direta com consumidores, criando uma nova frente de crescimento e impacto.

O que antes era uma conversa predominantemente individual passou a influenciar também organizações inteiras, contribuindo para ambientes mais saudáveis, colaboradores mais preparados e lideranças mais conscientes sobre o papel da educação financeira no desenvolvimento humano.

A área vem ganhando maturidade, ampliando sua capacidade de execução e fortalecendo sua presença no mercado corporativo.

Mais do que abrir uma nova linha de negócios, o projeto ajudou a transformar um legado de comunicação em uma plataforma de transformação social capaz de conectar empresas, pessoas e propósito em torno de uma causa comum: construir uma relação mais inteligente, equilibrada e sustentável com o dinheiro.

O que mudou

  • O projeto com B3 e Banco Inter atingiu a meta de 11 milhões de views por meio das redes sociais.
  • A iniciativa foi reconhecida pela B3 como um dos projetos de destaque daquele ciclo.
  • Novas parcerias foram desenvolvidas com empresas de diferentes segmentos após o primeiro projeto.
  • A área B2B da Me Poupe! ganhou maturidade e ampliou sua capacidade de execução no mercado corporativo.
  • A Me Poupe! expandiu seu propósito para além da relação direta com consumidores, criando uma nova frente de crescimento e impacto.

Perguntas frequentes

O que a Cult Lab fez no projeto com a Me Poupe!?
A Cult Lab apoiou a estruturação completa da frente B2B da Me Poupe!, incluindo a construção de metodologias, posicionamento institucional, materiais e narrativas para o mercado corporativo, além de atuar na governança e na gestão de projetos.
Qual foi o primeiro projeto B2B da Me Poupe! e quais foram os resultados?
O primeiro marco foi um projeto em parceria com a B3 e o Banco Inter para ampliar o acesso a informações sobre o Tesouro Direto. A iniciativa atingiu a meta de 11 milhões de views nas redes sociais e foi reconhecida pela B3 como um dos projetos de destaque daquele ciclo.
Por que educação financeira é relevante dentro das empresas?
Porque o aumento do endividamento, da ansiedade financeira e dos problemas de saúde mental dos colaboradores impacta diretamente os resultados dos negócios. Quando pessoas compreendem melhor suas finanças, ganham autonomia, reduzem fatores de estresse e constroem projetos de vida mais sustentáveis.
A educação financeira corporativa é apenas um benefício para os colaboradores?
Não. Segundo a perspectiva do projeto, ela deve ser tratada como uma ferramenta de transformação social, capaz de influenciar organizações inteiras e conectar empresas, pessoas e propósito em torno de uma causa comum.
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