Principais conclusões
- Inaugurações podem ser transformadas em experiências culturais quando a participação substitui a observação passiva.
- Usar o território e a cultura local como cenário de integração amplia o senso de pertencimento e o entendimento do propósito organizacional.
- Equipes distribuídas que raramente se encontram presencialmente podem criar vínculos profundos quando reunidas em torno de uma experiência compartilhada.
- A colaboração entre diferentes áreas e níveis hierárquicos, incluindo C-Level, fortalece relações e a identidade coletiva da organização.
- Memórias organizacionais duradouras são construídas por vivência ativa, não por comunicação institucional.
O dilema
A Lightsource BP concluía naquele momento um marco histórico para sua operação no Brasil: a inauguração de uma das maiores plantas de energia solar da região de Juazeiro do Norte, no Ceará.
Mais do que entregar uma infraestrutura estratégica para o país, a empresa precisava transformar aquele momento em um símbolo para suas pessoas. O desafio era tornar tangível um projeto que havia sido construído ao longo de meses de trabalho, grande parte deles realizados por equipes distribuídas e profissionais que muitas vezes sequer haviam se encontrado presencialmente.
Como criar conexão entre pessoas, propósito e território? Como fazer com que a inauguração representasse mais do que a entrega de uma obra e se transformasse em uma experiência capaz de fortalecer a identidade da organização?
O que ouvimos
Ao aprofundarmos o contexto do projeto, identificamos a necessidade de conectar diferentes dimensões da experiência.
De um lado, existia o orgulho pela construção de um empreendimento pioneiro e pela contribuição que ele traria para o desenvolvimento energético do país. De outro, havia a oportunidade de aproximar pessoas que haviam colaborado intensamente à distância e que agora se encontravam pela primeira vez.
Também percebemos a importância de ampliar a compreensão sobre o ecossistema que tornava aquele projeto possível: a cultura local, a história da região, as comunidades, os desafios e as oportunidades que cercavam a nova planta.
Mais do que conhecer uma instalação, as pessoas precisavam compreender o significado daquele projeto dentro de um contexto maior.
O que construímos
Em parceria com a Cornerstone, criamos uma experiência de team building totalmente customizada, utilizando a própria cidade como espaço de aprendizagem, descoberta e integração.
Desenvolvemos uma grande “Caça ao Tesouro” corporativa, estruturada como um jogo imersivo no qual os participantes percorriam diferentes pontos da região em busca de pistas, desafios e experiências.
Cada etapa permitia explorar aspectos da cultura local, da história do território, da relevância socioeconômica do projeto e das características da nova planta de energia solar.
As equipes, compostas por profissionais de diferentes áreas e níveis hierárquicos — incluindo executivos C-Level — precisavam colaborar, resolver desafios e reunir informações para uma etapa final de síntese e compartilhamento.
Ao término da jornada, os grupos apresentaram suas descobertas, transformando o conhecimento adquirido ao longo do dia em narrativas coletivas sobre o significado daquele momento para a empresa.
O que cultivou
O projeto ajudou a transformar uma inauguração em um marco cultural.
A experiência fortaleceu relacionamentos, ampliou o senso de pertencimento e criou conexões mais profundas entre as pessoas, o território e o propósito da organização.
Ao invés de uma cerimônia tradicional, a empresa construiu uma memória compartilhada baseada em descoberta, colaboração, afeto e aprendizado. Uma lembrança criada não apenas pela observação de um resultado final, mas pela participação ativa na construção de seu significado.
O que foi inaugurado naquele dia não foi apenas uma planta de energia solar. Foi também uma nova etapa da história da Lightsource BP no Brasil, vivida e celebrada coletivamente por quem ajudou a torná-la realidade.
O que mudou
- A experiência fortaleceu relacionamentos entre profissionais que haviam colaborado intensamente à distância e se encontravam presencialmente pela primeira vez.
- A atividade ampliou o senso de pertencimento e criou conexões mais profundas entre as pessoas, o território e o propósito da organização.
- A inauguração deixou de ser uma cerimônia institucional e se tornou uma memória compartilhada baseada em descoberta, colaboração e aprendizado.
- Os participantes construíram narrativas coletivas sobre o significado do projeto, transformando o conhecimento individual em sentido compartilhado.
Perguntas frequentes
- O que foi a caça ao tesouro realizada para a Lightsource BP?
- Foi uma experiência de team building customizada, estruturada como um jogo imersivo em que equipes percorriam diferentes pontos da região de Juazeiro do Norte em busca de pistas e desafios. Cada etapa explorava a cultura local, a história do território e a relevância socioeconômica da nova planta de energia solar.
- Por que a Lightsource BP optou por uma experiência imersiva em vez de uma cerimônia tradicional de inauguração?
- A empresa queria transformar a inauguração em um símbolo para suas pessoas, criando conexão entre profissionais que haviam trabalhado juntos à distância e muitas vezes nunca se encontraram presencialmente. Uma cerimônia tradicional não teria respondido a essa necessidade de pertencimento e construção de identidade coletiva.
- Quais grupos participaram da atividade?
- As equipes foram compostas por profissionais de diferentes áreas e níveis hierárquicos, incluindo executivos C-Level, que precisavam colaborar para resolver desafios e reunir informações ao longo da jornada.
- Como a atividade foi encerrada?
- Ao término da jornada, cada grupo apresentou suas descobertas, transformando o conhecimento adquirido ao longo do dia em narrativas coletivas sobre o significado daquele momento para a organização.
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